Minimalismo: o que é, como aplicar e transformar sua vida com mais leveza e bem estar

minimalismo no dia a dia com vida simples e aconchegante
O que é minimalismo?

É fazer escolhas conscientes, mantendo na sua vida apenas as coisas e hábitos que são essenciais para você, eliminando os excessos e aplicando seu tempo e energia no que realmente tem utilidade. Aqui trago um conceito muito pessoal, pois, ao longo dessas mudanças, foi o que mais percebi: minha vida se tornou mais prática, mais leve e livre de comportamentos que muitas vezes nos aprisionam.

Consumo consciente: como o excesso impacta sua vida

Muitas vezes, nos vemos presos a horas e horas de trabalho para dar conta de pagar despesas, cartões de crédito e crediários intermináveis. O dinheiro parece evaporar em compras por impulso, e, em pouco tempo, aquilo que adquirimos já não nos satisfaz mais, trazendo uma sensação de frustração.

Com a alimentação, acontece algo parecido. Consumimos alimentos pobres em qualidade, mas cheios de substâncias químicas que podem prejudicar nossa saúdeEm alguns momentos usamos a comida para preencher um vazio interno, o que pode gerar ainda mais gastos com remédios e cuidados médicos.

Minimalismo no dia a dia: roupas, rotina e estilo de vida.

O mesmo vale para o excesso de roupas. As vezes, elas não têm relação com nosso verdadeiro estilo de vidaNo meu caso, tenho um estilo mais voltado ao slow living, prefiro momentos tranquilos, contato com a natureza e atividades simples. Mesmo assim, meu guarda roupas era cheio de peças que eu quase não usava. Como trabalho em casa, não há necessidade de ter tantas roupas. Por isso, é essencial observar sua rotina e entender que essas escolhas são pessoais.

Organizando o externo para transformar o interno

Dentro de casa, vários utensílios e móveis que acumulamos dificultam a praticidade no dia a dia e a organização na hora de limpar a casa.

Eu percebia que perdia mais tempo colocando as coisas no lugar do que passando pano e tirando pó, e aquilo me gerava estresse, pois eu queria que sobrasse tempo para ler e pesquisar coisas do meu interesse, e ficava presa muito tempo ali.

Em algum momento percebi que, da mesma forma que minha casa estava cheia de móveis e objetos que não tinham sentido algum, meu interior também estava. E, enquanto eu adquiria novas formas de pensar e buscava ter mais experiências e momentos do que coisas, minha vida foi ganhando mais sentido, mais alegria, liberdade e leveza.

Minimalismo e autoconhecimento: escolhas que fazem sentido

Não se trata de quantidade, e sim de qualidade de vida, e se aquilo faz sentido para você e seu estilo de vida. Não é necessariamente ter poucas coisas, mas fazer escolhas que agregam à sua vida e tornam tudo mais saudável, seja para seu lar ter mais harmonia ou para sua vida de forma geral, nos levando a ser pessoas mais tranquilas e com menos estresse para resolver.

Quando reduzimos gastos com coisas que no fundo não nos preenchem, passamos a usar o dinheiro de forma a viver experiências e momentos aconchegantes, seja sozinho ou em família. É você se perceber e ver o que é essencial para você e para as pessoas da sua casa, e não o que o mundo ou as propagandas dizem que você deve ter.

Minimalismo como estilo de vida: uma jornada

Você vai sentindo, aprendendo e ajustando suas escolhas ao longo do tempo. Assim, passamos a saborear o cotidiano de uma forma mais tranquila. O ato de simplificar as coisas nos leva a ter mais independência, deixando de ficar presos em questões que nos aprisionam e tiram um tempo precioso de nossa vida.

Tempo esse que poderia estar sendo usado para fazer algo que nos deixa mais felizes e satisfeitos, como passando a valorizar o que realmente importa, como:

  • ler um livro
  • assistir a um filme ou série
  • aproveitar momentos simples

Hoje, percebo muito mais valor nas coisas que tenho e uso. Esse comportamento nos tira daquele desespero da correria do dia dia, porque sobra mais tempo e traz mais saúde física e saúde emocional.

Um convite, não uma imposição

Deixo claro que aqui minha intenção não é desrespeitar ninguém que não tenha vontade de ser minimalista.

Para falar a verdade, eu não gosto muito de rótulos, pois sinto que eles acabam gerando divisão e tirando o foco do que realmente importa, que é trazer uma reflexão para uma vida mais leve.

O uso da palavra minimalista entrou aqui unicamente para trazer entendimento sobre o que estamos falando ter menos acúmulo de coisas que roubam nosso tempo. Também respeito totalmente quem gosta de ter várias coisas e se sente bem assim.

Apenas compartilho minha experiência e como essa escolha contribuiu positivamente para minha vida, para que outras pessoas que tenham curiosidade possam refletir sobre o tema.

Bom por hoje é só até breve, veja mais sobre autodescoberta aqui! por lá compartilho mais conteúdos alguns parecidos outros diferentes daqui.

Será um prazer ter você por lá.

Bjs Mari.

2 Pessoas maravilhosas comentaram

  1. lendo-te fiquei com a sensação de que já nasci minimalista porque detesto acumular coisas por cima dos móveis ou dentro dos armários. Tenho o que preciso e gosto (e gosto de pouca coisa e a tendência é piorar). rs

    bacio

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  2. this is such a good article thanks for sharing this blog it give lots of information
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