Mari Livre leve
  • HOME
  • AUTOCONHECIMENTO
    • Bem estar emocional
    • Dias difíceis
    • Reflexões
    • Mudanças
  • VIDA LEVE
    • Hábitos que facilitam
    • Yoga
    • bem-estar
    • costura criativa
    • Decoração
  • RECEITAS SAUDÁVEIS
    • manteiga e leite vegetal de amendoim
    • caldo de cenoura com abobrinha
    • caldo de inhame com batata doce
    • leites vegetais
    • doce de amendoim
    • bolo de banana e maçã
    • bolo de milho Air Fryer
  • RESENHAS
    • Indicações
    • filmes
    • séries

Inspirações que transformam seus dias ✨

TUDO ESTÁ EM MIM
ESVAZIAR-SE PARA PREENCHER-SE
UMA BUSCA QUE EDIFICA
FASES DA VIDA
EQUAÇÃO SALVADORA
MENOS ESTRESSE MAIS LEVEZA
TUDO ESTÁ EM MIM
ESVAZIAR-SE PARA PREENCHER-SE
UMA BUSCA QUE EDIFICA
FASES DA VIDA
EQUAÇÃO SALVADORA
MENOS ESTRESSE MAIS LEVEZA

 

Mulher de costas em uma varanda urbana, observando a cidade ao entardecer, em um momento de introspecção que transmite sentimentos de solidão, reflexão e busca por identidade, representando a anulação pessoal em busca de aceitação.

A crença silenciosa que faz você se anular para ser aceita

Fomos criadas, muitas vezes sem perceber, para acreditar que só temos valor quando estamos fazendo algo, resolvendo problemas ou sendo úteis para alguém. Essa ideia se instala de forma sutil ao longo da vida e vai moldando nossas atitudes, nossas escolhas e até a forma como nos enxergamos. A sensação que cresce dentro de nós é a de que só seremos respeitadas, reconhecidas e amadas se estivermos sempre disponíveis, sempre fortes, sempre prontas para dar conta de tudo. E, com o tempo, isso se transforma em um padrão automático onde você passa a se colocar em segundo plano sem nem perceber.

O problema é que esse comportamento não nasce de uma verdade, mas de um condicionamento. E ele é sustentado por relações onde existe um certo tipo de benefício emocional para o outro quando você assume esse papel. Você resolve, você acolhe, você se sobrecarrega e, em troca, recebe validação. Mas essa validação vem acompanhada de um custo alto: a sua própria anulação. Aos poucos, você deixa de ouvir o que sente, ignora o que precisa e passa a viver uma vida que não conversa com quem você realmente é.

O ciclo invisível da mulher forte que vive sobrecarregada

Existe uma armadilha muito comum que prende muitas mulheres em um ciclo silencioso de desgaste. A necessidade de parecer forte, guerreira e sempre ocupada cria uma rotina cheia de responsabilidades, problemas e situações que precisam ser resolvidas. E, no fundo, muitas vezes isso acontece porque existe um medo de ser vista de outra forma, como se desacelerar fosse sinônimo de fraqueza. Então você continua assumindo tudo, acumulando tarefas e mantendo uma imagem que, por fora, parece admirável, mas por dentro pode estar completamente desalinhada.

Criar uma vida cheia de problemas para resolver pode, inconscientemente, reforçar a sensação de valor. É como se, quanto mais você faz, mais você merece ser reconhecida. Mas essa lógica é perigosa porque mantém você presa em situações que drenam sua energia e afastam você da leveza. A verdadeira força não está em carregar o mundo nas costas, mas em ter consciência para questionar aquilo que não faz mais sentido. Existe sabedoria em perceber quando algo não floresce, quando o solo é seco e quando insistir é apenas uma forma de evitar o medo de não ser aceita.

Quando agradar deixa de ser cuidado e passa a ser autoabandono

Existe uma linha muito tênue entre ser alguém disponível e ser alguém que se abandona para atender às expectativas dos outros. Quando você começa a fazer tudo para todos apenas para se sentir aceita, algo dentro de você começa a se desconectar. Você passa a dizer sim quando queria dizer não, aceita situações que não respeitam seus limites e se adapta constantemente para não desagradar. E isso vai criando um vazio silencioso, porque suas escolhas deixam de ser guiadas pela sua verdade.

Será mesmo que vale a pena se anular para receber alguns gestos de aprovação que, no fundo, não preenchem? Será que faz sentido continuar sustentando relações e comportamentos que não conversam com sua alma apenas para evitar rejeição? Essas são perguntas importantes, porque muitas vezes a dor de não ser quem você é se torna maior do que o medo de não agradar. E é nesse momento que começa um despertar. Um movimento interno de perceber que ser aceita pelos outros não pode custar a perda de si mesma.

Olhar com consciência sem se tornar alguém dura ou indiferente

Parar de viver para agradar não significa se tornar alguém fria, distante ou desrespeitosa. Não é sobre sair magoando as pessoas ou impondo sua verdade de forma agressiva. É possível ter um olhar mais consciente e ainda assim agir com respeito e empatia. Muitas pessoas projetam suas inseguranças nos outros como forma de autoproteção. Elas agem a partir do que conhecem, das suas dores e das suas próprias limitações. Entender isso ajuda você a não levar tudo para o lado pessoal.

Ao mesmo tempo, reconhecer isso não significa aceitar tudo. Você pode validar o que sente, expressar seus limites e se posicionar de forma clara sem precisar entrar em conflito. E quando não for possível se afastar fisicamente, existe um movimento interno muito poderoso que é o afastamento emocional consciente. É quando você para de se envolver com aquilo que te desgasta e começa a se preservar internamente. Esse processo cria espaço para novas possibilidades surgirem, inclusive mudanças nas relações ao seu redor.

O processo de se escolher e transformar sua realidade

Quando você começa a se escolher de verdade, algo muda dentro de você. É como se um espaço interno fosse criado, um lugar onde você se escuta, se respeita e passa a agir com mais consciência. Esse movimento, mesmo sendo interno, começa a se refletir no externo com o tempo. Relações se transformam, dinâmicas mudam e, muitas vezes, pessoas que não respeitavam seus limites naturalmente se afastam ou deixam de fazer parte do seu convívio diário.

Essa mudança não acontece de forma brusca, mas ela é real. Sua postura começa a comunicar quem você é, sem necessidade de explicações constantes. Algumas pessoas deixam de se aproximar, outras passam a se relacionar com você de uma forma diferente e mais saudável. Mas, para que isso aconteça, é necessário abrir mão de um papel muito enraizado: o de salvadora, de boazinha, de quem está sempre disponível. Porque junto com esse papel vem uma espécie de corrente invisível que te prende a situações que não fazem bem.

Sua força não está no que você suporta, mas no que você reconhece

A ideia de força que nos ensinaram muitas vezes está distorcida. Ser forte não é suportar tudo, não é se sobrecarregar e nem se colocar em último lugar constantemente. A verdadeira força vem de algo mais profundo. Vem da sua essência. É a capacidade de lidar com desafios, sim, mas também de questionar, de se posicionar e de escolher caminhos que respeitem quem você é.

Existe uma sabedoria muito grande em reconhecer o que não te faz bem, em perceber padrões que já não servem mais e em ter coragem de mudar, mesmo que isso cause desconforto no início. Porque, no fim, quem realmente sabe da sua força interior é você. Não são as pessoas ao seu redor, não são os papéis que você desempenha e nem a quantidade de problemas que você resolve. É a forma como você se reconhece, se respeita e se permite viver com verdade.

Quando você entende isso, a necessidade de provar algo diminui. A comparação perde espaço, a validação externa deixa de ser prioridade e você começa a construir uma vida que faz sentido para você. Uma vida mais leve, mais alinhada e mais honesta com aquilo que você sente. E, aos poucos, você percebe que nunca precisou se anular para ser amada. Você só precisava se perceber e validar suas emoções respeitando seu próprio espaço e não se deixando ser invadida pelo o outro ou pelo ambiente. Lembre-se nada aqui é imposição eu gosto de trazer apenas reflexões.

Espero que tenha gostado deste texto, temos também a opção em vídeo áudio para quem prefere ouvir a ler, aqui no youtube (em breve avisarei lá no instagram quando estiver disponível aqui.

Um grande abraço e até o próximo.

Mariângela Pinheiro🦉✨

 

Mulher segurando espelho refletindo toque de mãos, representando autoconhecimento, autoestima e parar de se comparar

Comparação é um dos hábitos mais prejudiciais da vida moderna. Sem perceber, muitas pessoas passam anos medindo sua trajetória com base na vida dos outros, perdendo completamente a conexão com quem realmente são. Esse comportamento, muitas vezes incentivado pelas redes sociais e pela cultura de performance, acaba afastando você da sua essência, da sua verdade e da sua forma única de existir no mundo. Quando você se compara, deixa de olhar para dentro e começa a buscar fora uma validação que nunca será suficiente. E, aos poucos, aquilo que te torna especial começa a se apagar.

Como a comparação afeta sua autoestima e identidade

A comparação arranca de você sua individualidade, teu jeito único de ser. Ela faz você deixar de colocar no mundo sua voz, sua essência, de compartilhar suas peculiaridades, seus dons mais preciosos. Ela tira sua força interior, rouba seu movimento, sua alegria de ser. Por se comparar, você deixa de fazer várias coisas em que acredita, porque acha que o do outro vale mais que o seu. Isso é reflexo da nossa autoestima abalada por anos, que traz a sensação de falta de capacidade. E assim, seu brilho se apaga e você deixa de iluminar o céu como uma estrela.

Quando você se compara constantemente, algo muito profundo acontece: sua autoestima começa a ser construída em cima de parâmetros externos. Você passa a acreditar que precisa ser mais, fazer mais e conquistar mais, não porque deseja, mas porque acredita que não é suficiente como é. Esse movimento gera uma sensação contínua de inadequação e faz com que você duvide da sua própria capacidade. Com o tempo, isso enfraquece sua confiança e diminui sua disposição para agir, criando um ciclo onde você se sente cada vez mais distante de quem realmente é.

O impacto emocional da comparação na sua vida

Já pensou em como seria o céu sem graça, sem estrelas? Então é isso que acontece quando a gente se deixa de lado para se menosprezar e se comparar, e deixa de colocar nosso brilho no céu da vida. Porque, no fundo, você já é tudo o que precisa ser. Não existe falta. Não existe atraso. Não existe alguém à frente de você na sua própria caminhada. Cada pessoa está expressando o que é, e você também está.

Mas quando você se compara, você sai do seu centro e começa a medir a sua vida com a régua do outro. E é aí que nasce a sensação de não ser suficiente. Só que isso não é verdade. É só um olhar distorcido. Viver em comparação constante gera um cansaço emocional difícil de explicar. Você começa a evitar agir, deixa de tentar coisas novas e passa a duvidar das suas próprias escolhas. Aquilo que antes fazia sentido para você perde valor, simplesmente porque alguém parece estar fazendo melhor.

Por que você não está atrasado na sua vida

Um dos maiores enganos causados pela comparação é a ideia de que existe uma linha do tempo única para todos. Como se houvesse um padrão correto de conquistas, evolução e realização. Mas a verdade é que cada pessoa está vivendo um caminho completamente diferente. Não existe atraso quando você está na sua própria trajetória. Não existe alguém à frente de você, porque ninguém está vivendo exatamente o que você veio viver.

Você não precisa se tornar ninguém. Não precisa alcançar um lugar fora de você. Cada experiência, cada escolha e cada tempo fazem parte de um processo único. Quando você entende isso, começa a se libertar da necessidade de se medir o tempo todo e passa a respeitar o seu próprio ritmo com mais gentileza.

Como parar de se comparar e voltar para si

Quando você se compara constantemente, sua autoestima passa a ser construída com base em referências externas. Você começa a acreditar que precisa ser mais, fazer mais e conquistar mais para se sentir suficiente. Esse movimento gera uma sensação contínua de inadequação e faz com que você duvide da sua própria capacidade. Com o tempo, isso enfraquece sua confiança e diminui sua disposição para agir.

Parar de se comparar não significa ignorar o mundo ao seu redor, mas sim mudar o ponto de referência. Em vez de olhar para fora buscando validação, você começa a olhar para dentro em busca de verdade. Esse retorno exige presença, honestidade e coragem para se reconectar com partes de si que foram ignoradas ao longo do caminho.

Quando você faz esse movimento de retorno para si, algo começa a mudar de forma natural. Você passa a reconhecer o seu valor, a respeitar o seu tempo e a entender que sua caminhada não precisa ser comparada com a de ninguém. A vida começa a ganhar mais leveza, porque você não está mais tentando corresponder a expectativas externas, mas sim vivendo de acordo com a sua verdade. Você só precisa voltar, voltar para o que é seu pro seu ritmo. Para a sua forma única de existir no mundo.

A importância de assumir sua forma única de existir

E quando você faz isso, a comparação perde força, porque você já não está mais tentando ser. Você simplesmente é.

Assumir a sua forma única de existir é um processo que exige presença e consciência, mas que traz uma liberdade difícil de explicar. Quando você para de se medir o tempo todo, percebe que não existe falta em quem você é. Existe apenas um distanciamento que pode ser transformado em reconexão. E é nesse espaço que você começa a se reencontrar, com mais gentileza, mais respeito e mais verdade.

Existe algo profundamente libertador em aceitar quem você é. Sem comparação, sem tentativa de adaptação constante, sem a necessidade de corresponder a expectativas externas. Quando você se permite existir na sua forma mais verdadeira, a leveza aparece, a confiança cresce e a vida começa a fluir com mais naturalidade.

Porque, no fundo, você já é tudo o que precisa ser.

Não existe falta, não existe atraso, não existe alguém à frente de você na sua própria caminhada. Cada pessoa está expressando o que é, e você também está.

No fundo, a comparação só existe porque esquecemos de algo essencial: não há falta em quem você é. Não há algo faltando em você que precisa ser completado pelo outro. O que existe, muitas vezes, é apenas um distanciamento da sua própria essência. Quando você se reconecta com quem é, percebe que já carrega tudo o que precisa.

Se permita ser quem você é

Imagine um céu sem estrelas. Sem brilho, sem diversidade, sem aquela beleza única que só existe porque cada estrela ocupa o seu lugar. Assim também é a vida. Quando você se apaga por se comparar, o mundo perde uma parte importante. Sua presença, sua forma de ser, sua energia, tudo isso contribui para o todo. Você não precisa ser igual a ninguém para ter valor. Precisa apenas se permitir existir com verdade.

Então, ao invés de se comparar, volte para si.
Ao invés de se diminuir, se reconheça.
E se permita viver de forma mais leve e verdadeira. Porque quando você simplesmente é, a comparação perde a força e a vida volta a fazer sentido.

Bora ser mais uma estrelinha
pra fazer esse céu brilhar mais✨

Se esse texto fez sentido para você, saiba que esse é só um pedacinho de tudo o que compartilho no meu dia a dia. Lá no Instagram, eu trago reflexões sobre autoconhecimento, autoestima, viver com mais leveza, slow living e reconexão com a nossa essência, sempre de forma simples e real.

É um espaço para respirar, se acolher e se lembrar de quem você é, mesmo nos dias difíceis.

Se quiser continuar essa troca e se aprofundar ainda mais nesses temas, vou ficar muito feliz em te encontrar por lá.

Se preferir ouça nosso post no youtube: Aqui

👉 Me acompanhe no Instagram: @marilivreleve

Até breve

Mari Pinheiro🦉💫


Tem dias em que a gente simplesmente não quer fazer nada complicado. A mente pede silêncio, o corpo pede descanso e tudo o que precisamos é de uma pausa para nos reorganizar por dentro. E está tudo bem. Nesses momentos, até cozinhar precisa ser algo leve, simples e acolhedor. É aí que entra essa receita de bolo de milho na air fryer, perfeita para quando você quer cuidar de si sem esforço, criando um pequeno momento de conforto no meio do dia.

Cozinhar também pode ser um momento de autocuidado

Preparar algo simples, como um bolo de milho na air fryer, pode se transformar em um gesto de autocuidado. Não precisa ser elaborado nem perfeito, só precisa fazer sentido para aquele momento. Enquanto o bolo assa, você respira, desacelera e se permite apenas estar. Esse tipo de pausa ajuda a restaurar a saúde emocional e traz uma sensação de acolhimento que, às vezes, é tudo o que a gente precisa.

Ingredientes do bolo de milho na air fryer

  • 2 ovos
  • 1/2 copo (tipo requeijão) de açúcar demerara (aprox. 100g)
  • 1 colher de sopa cheia de manteiga
  • 200 ml de água filtrada
  • 5 colheres de sopa de leite em pó
  • 1 copo de requeijão de flocão de milho (aprox. 200g)
  • 1 lata de milho
  • 1 colher de sopa rasa de fermento para bolo

Informações importantes da receita

  • Tempo de preparo: aproximadamente 30 minutos
  • Temperatura: 160°C
  • Rendimento: 1 bolo pequeno
  • Textura: macio por dentro e com casquinha crocante por fora

Como fazer bolo de milho na air fryer passo a passo

Bata os ovos com o açúcar e a manteiga até formar uma mistura bem homogênea. Esse processo ajuda a deixar o bolo mais leve e aerado. Em seguida, acrescente a água, o leite em pó e o milho, batendo bem até que tudo esteja completamente incorporado.

Depois disso, adicione o flocão de milho e misture até obter uma massa levemente cremosa e uniforme. Por último, coloque o fermento e misture delicadamente, apenas para incorporar, sem bater demais.

Como assar bolo de milho na air fryer e garantir casquinha crocante

Unte uma forma pequena com manteiga e, para dar um toque especial, polvilhe um pouco de açúcar demerara no fundo e nas laterais. Esse detalhe simples faz toda a diferença, criando uma casquinha crocante deliciosa depois de assado.

Despeje a massa na forma e leve à air fryer a 160°C por aproximadamente 30 minutos. O tempo pode variar levemente dependendo do modelo da sua air fryer, então vale observar: o bolo estará pronto quando estiver dourado por cima e firme ao toque.

Bolo de milho na air fryer recém-assado em forma redonda sobre mesa rústica estilo casa de vó, com xícara de café, toalha de crochê e decoração aconchegante ao fundo

Perguntas frequentes sobre bolo de milho na air fryer

Posso usar milho de lata?
Sim, pode usar milho de lata sem problema. Basta escorrer bem antes de usar.

Dá para substituir o açúcar demerara?
Sim, você pode usar açúcar comum ou até açúcar mascavo, ajustando ao seu gosto.

Precisa pré-aquecer a air fryer?
Não é obrigatório, mas se pré-aquecer por 3 a 5 minutos pode ajudar no resultado final.

Como saber se o bolo está pronto?
Espete um palito no centro. Se sair limpo, o bolo está pronto.

Uma pausa simples pode mudar seu dia

Esse bolo de milho na air fryer é mais do que uma receita simples. É um convite para desacelerar, para não se cobrar tanto e entender que nem todos os dias precisam ser produtivos ou cheios de tarefas. Às vezes, tudo o que precisamos é de um café quentinho, um bolo caseiro e um momento de silêncio. E isso já é suficiente.

Se você gosta desse tipo de conteúdo, te espero no Instagram. Por lá compartilho reflexões, receitas simples e um pouco dessa busca por uma vida mais leve e com mais sentido.

Vai ser um prazer te ver por lá.

Com carinho,
Mari Livre Leve

 

Docinhos de amendoim saudável feitos em casa com cacau e pasta de amendoim

Em um dia após o almoço, bateu aquela vontade de comer um docinho. Mas como estou buscando uma alimentação saudável, pensei: precisa ser algo com bons ingredientes.

Tenho o costume de criar receitas saudáveis com o que tenho em casa, assim consigo manter uma alimentação funcional sem sair da rotina.

E foi assim que surgiu esse doce de amendoim saudável, simples e delicioso.

Ingredientes do doce de amendoim saudável

4 colheres de sopa de amendoim torrado moído
2 colheres de sopa de açúcar demerara
2 colheres de sopa de pasta de amendoim
1/2 copo de leite vegetal (usei leite de amêndoas)
1 colher de sopa de chocolate em pó 70%

Como fazer doce de amendoim saudável

Leve todos os ingredientes para uma panela e mexa sem parar até atingir o ponto de brigadeiro.

Depois, deixe esfriar e leve à geladeira.

Após cerca de 2 horas, modele os docinhos e passe no amendoim moído.

Rendimento da receita

Essa receita rendeu cerca de 20 docinhos saudáveis.

E confesso: uma parte foi enviada para a sogra 😄

Doce saudável para matar a vontade de açúcar

Essa é uma ótima opção de doce fit para quem quer manter uma alimentação equilibrada sem abrir mão do sabor.

Além de prática, essa receita é perfeita para aqueles momentos em que bate vontade de doce, mas você quer continuar cuidando da saúde.

🙃 Instagram: @marilivreleve 

Abraços, até breve

Mari

minimalismo no dia a dia com vida simples e aconchegante
O que é minimalismo?

É fazer escolhas conscientes, mantendo na sua vida apenas as coisas e hábitos que são essenciais para você, eliminando os excessos e aplicando seu tempo e energia no que realmente tem utilidade. Aqui trago um conceito muito pessoal, pois, ao longo dessas mudanças, foi o que mais percebi: minha vida se tornou mais prática, mais leve e livre de comportamentos que muitas vezes nos aprisionam.

Consumo consciente: como o excesso impacta sua vida

Muitas vezes, nos vemos presos a horas e horas de trabalho para dar conta de pagar despesas, cartões de crédito e crediários intermináveis. O dinheiro parece evaporar em compras por impulso, e, em pouco tempo, aquilo que adquirimos já não nos satisfaz mais, trazendo uma sensação de frustração.

Com a alimentação, acontece algo parecido. Consumimos alimentos pobres em qualidade, mas cheios de substâncias químicas que podem prejudicar nossa saúde. Em alguns momentos usamos a comida para preencher um vazio interno, o que pode gerar ainda mais gastos com remédios e cuidados médicos.

Minimalismo no dia a dia: roupas, rotina e estilo de vida.

O mesmo vale para o excesso de roupas. As vezes, elas não têm relação com nosso verdadeiro estilo de vida. No meu caso, tenho um estilo mais voltado ao slow living, prefiro momentos tranquilos, contato com a natureza e atividades simples. Mesmo assim, meu guarda roupas era cheio de peças que eu quase não usava. Como trabalho em casa, não há necessidade de ter tantas roupas. Por isso, é essencial observar sua rotina e entender que essas escolhas são pessoais.

Organizando o externo para transformar o interno

Dentro de casa, vários utensílios e móveis que acumulamos dificultam a praticidade no dia a dia e a organização na hora de limpar a casa.

Eu percebia que perdia mais tempo colocando as coisas no lugar do que passando pano e tirando pó, e aquilo me gerava estresse, pois eu queria que sobrasse tempo para ler e pesquisar coisas do meu interesse, e ficava presa muito tempo ali.

Em algum momento percebi que, da mesma forma que minha casa estava cheia de móveis e objetos que não tinham sentido algum, meu interior também estava. E, enquanto eu adquiria novas formas de pensar e buscava ter mais experiências e momentos do que coisas, minha vida foi ganhando mais sentido, mais alegria, liberdade e leveza.

Minimalismo e autoconhecimento: escolhas que fazem sentido

Não se trata de quantidade, e sim de qualidade de vida, e se aquilo faz sentido para você e seu estilo de vida. Não é necessariamente ter poucas coisas, mas fazer escolhas que agregam à sua vida e tornam tudo mais saudável, seja para seu lar ter mais harmonia ou para sua vida de forma geral, nos levando a ser pessoas mais tranquilas e com menos estresse para resolver.

Quando reduzimos gastos com coisas que no fundo não nos preenchem, passamos a usar o dinheiro de forma a viver experiências e momentos aconchegantes, seja sozinho ou em família. É você se perceber e ver o que é essencial para você e para as pessoas da sua casa, e não o que o mundo ou as propagandas dizem que você deve ter.

Minimalismo como estilo de vida: uma jornada

Você vai sentindo, aprendendo e ajustando suas escolhas ao longo do tempo. Assim, passamos a saborear o cotidiano de uma forma mais tranquila. O ato de simplificar as coisas nos leva a ter mais independência, deixando de ficar presos em questões que nos aprisionam e tiram um tempo precioso de nossa vida.

Tempo esse que poderia estar sendo usado para fazer algo que nos deixa mais felizes e satisfeitos, como passando a valorizar o que realmente importa, como:

  • ler um livro
  • assistir a um filme ou série
  • aproveitar momentos simples

Hoje, percebo muito mais valor nas coisas que tenho e uso. Esse comportamento nos tira daquele desespero da correria do dia dia, porque sobra mais tempo e traz mais saúde física e saúde emocional.

Um convite, não uma imposição

Deixo claro que aqui minha intenção não é desrespeitar ninguém que não tenha vontade de ser minimalista.

Para falar a verdade, eu não gosto muito de rótulos, pois sinto que eles acabam gerando divisão e tirando o foco do que realmente importa, que é trazer uma reflexão para uma vida mais leve.

O uso da palavra minimalista entrou aqui unicamente para trazer entendimento sobre o que estamos falando ter menos acúmulo de coisas que roubam nosso tempo. Também respeito totalmente quem gosta de ter várias coisas e se sente bem assim.

Apenas compartilho minha experiência e como essa escolha contribuiu positivamente para minha vida, para que outras pessoas que tenham curiosidade possam refletir sobre o tema.

Bom por hoje é só até breve, veja mais sobre autodescoberta aqui! por lá compartilho mais conteúdos alguns parecidos outros diferentes daqui.

Será um prazer ter você por lá.

Bjs Mari.



Olá pessoas lindas 🦉

Faz tempo que eu queria compartilhar com vocês algumas mudanças que venho colocando em prática. A sustentabilidade sempre me chamou atenção, mas antes eu só admirava. Já faz cerca de um ano que comecei a adotar hábitos mais conscientes e hoje posso dizer que levo uma vida mais simples, sustentável e econômica.

O mais interessante é que essas mudanças aconteceram de forma natural, sem pressão. E, sinceramente, esse é o segredo para manter uma vida sustentável leve e possível.

Vou listar aqui os hábitos que fazem parte da minha rotina. Se tiver mais ideias, me conta nos comentários.

1. Minimalismo e consumo consciente

Adotar o minimalismo foi uma das primeiras mudanças. Começou por necessidade, mas virou estilo de vida. Hoje penso muito antes de comprar qualquer coisa, evitando gastos desnecessários e consumo por impulso.

2. Coletor menstrual

O uso do coletor menstrual foi uma mudança transformadora. Além de ser mais confortável para mim, é uma alternativa muito mais econômica e sustentável, já que dura anos e reduz o descarte de lixo.

3. Ecobags sempre na bolsa

As ecobags reutilizáveis viraram minhas companheiras. Hoje sempre levo uma na bolsa e evito ao máximo o uso de sacolas plásticas. Pequena atitude, grande impacto no meio ambiente.

4. Objetos sustentáveis no dia a dia

Aqui entra aquele estilo “casa de vó” que eu amo.
Uso itens como coador de pano, garrafa reutilizável, canudos reutilizáveis e outros produtos duráveis. Isso reduz lixo e ainda traz mais consciência no consumo.

5. Comprar em brechó

Sempre amei brechó, então essa parte foi fácil. Hoje priorizo roupas de segunda mão, evitando o consumo excessivo da indústria da moda e ainda economizando.

6. Fertilizantes orgânicos

Aproveito restos de alimentos como cascas de frutas, legumes, borra de café e casca de ovos para fazer adubo natural. É uma forma simples de reduzir resíduos e cuidar das plantas.

7. Produtos naturais e caseiros

Passei a fazer alguns produtos como desodorante natural e itens de limpeza caseiros, diminuindo o uso de embalagens e evitando o descarte de produtos químicos no meio ambiente.

8. Reciclagem doméstica

Descobri uma cooperativa que coleta recicláveis em casa, então separo tudo direitinho. Essa prática faz toda diferença na redução de lixo.

9. Redução do consumo de carne

Reduzi bastante o consumo de carne e produtos de origem animal. Além de ajudar o meio ambiente, senti uma melhora significativa na minha saúde. É uma escolha que une sustentabilidade e bem-estar.

10. Reformar ao invés de comprar

Sempre amei o estilo faça você mesmo (DIY). Reformar móveis e objetos virou uma forma de economizar, reutilizar e ainda criar peças únicas para casa.


      
Sustentabilidade sem pressão: o mais importante é começar

Quero deixar bem claro que não existe, da minha parte, a pretensão de ser perfeita em todas as minhas escolhas. Acredito muito que a sustentabilidade no dia a dia deve acontecer aos poucos, dentro da nossa realidade e sem pressão, como comentei antes.

Nem sempre consigo manter tudo. Às vezes não tenho tempo de fazer meus produtos de limpeza caseiros, como detergente ou sabão líquido, e acabo usando o convencional. Em outros momentos, também não consigo aproveitar os resíduos para adubo e preciso descartá-los.

E tudo bem não faço a linha radical

O que realmente acredito é na intenção de mudar hábitos. Fazer o possível dentro daquele momento já é muito melhor do que não fazer nada. A vida sustentável real não é sobre perfeição, mas sobre constância e consciência.

Sustentabilidade também é sobre comportamento

Outro ponto importante é entender que sustentabilidade não está só nos produtos ou no consumo. Ela também está na forma como nos relacionamos com as pessoas.

Uma pessoa estressada, que tenta impor a sustentabilidade ou qualquer estilo de vida a qualquer custo, pode acabar se tornando rígida e autoritária perdendo o verdadeiro propósito: tornar o mundo um lugar melhor.

Ser sustentável também é praticar empatia, respeito e consciência social. Pequenas atitudes no convívio diário já fazem uma grande diferença.

Os benefícios de uma vida mais sustentável

Colocando esses hábitos em prática, percebi mudanças muito positivas. Me sinto mais leve, mais tranquila e até mais feliz. Minha casa ficou mais organizada, funcional e prática, e isso impacta diretamente no meu bem-estar.

No fim das contas, a sustentabilidade e qualidade de vida caminham juntas.

Como outros países aplicam a sustentabilidade no dia a dia

Algo que também me inspira muito nessa jornada é observar como alguns países já têm a sustentabilidade como parte da cultura, não como algo difícil ou imposto, mas como um hábito natural do dia a dia.

Em países como a Suécia e a Alemanha, por exemplo, a reciclagem é levada muito a sério. As pessoas separam o lixo corretamente em casa, e existem sistemas eficientes de coleta seletiva. Em alguns lugares, você recebe até incentivos financeiros ao devolver embalagens, o que estimula ainda mais o consumo consciente.

Na Dinamarca e na Holanda, o uso de bicicletas faz parte da rotina. Isso reduz a poluição e incentiva um estilo de vida mais saudável. É comum ver cidades adaptadas com ciclovias seguras e acessíveis, o que facilita muito essa escolha.

Já no Japão, a organização e o respeito pelo coletivo chamam atenção. A separação de resíduos é extremamente detalhada, e as pessoas seguem as regras com responsabilidade. Além disso, existe uma cultura forte de evitar desperdícios, aproveitando ao máximo tudo o que é consumido.

Outro exemplo interessante é o Canadá, onde muitas cidades incentivam práticas como compostagem doméstica e redução de lixo orgânico, facilitando a vida de quem quer adotar hábitos mais sustentáveis.

O que podemos aprender com isso

O mais interessante é perceber que, nesses lugares, a vida sustentável não é perfeita, mas é consistente. Existem políticas públicas, educação e facilidades que ajudam, mas também existe a consciência individual de cada pessoa.

E isso mostra que não precisamos esperar condições ideais para começar. Podemos adaptar essas ideias à nossa realidade, aos poucos, como venho fazendo.

No final, tudo volta para aquilo que falei antes: fazer o que está ao nosso alcance já é um grande passo para construir um mundo melhor.

Se tem algo que aprendi nessa jornada é que não precisamos fazer tudo perfeito, só precisamos começar. Cada pequena mudança conta.

Então fico por aqui… até breve conheça nosso Instagram lá posto conteúdos diferentes e tem informação nas legendas sobre uma nova forma de autoconhecimento.

Vou ficando por aqui bjks Mari.

PS: Dani 😊 obrigada pela pipoca maravilhosa enquanto eu escrevia este post! 🍿💚

imagens: Pixabay


Olá, pessoas. Beleza? Eu acredito que o mundo é grande o suficiente para todos e que meu espaço termina onde o seu começa. Que todos temos o direito de convidar e também de pedir para sair, e que quem é atento ao que aceita e a quem permite entrar na própria vida dificilmente precisa expulsar alguém depois. Isso faz parte do nosso autoconhecimento e da forma como construímos nossas relações.

Hoje, nem mesmo a possibilidade de erro me impede de conhecer pessoas e coisas novas. Claro, eu tropecei, tropeço e ainda vou tropeçar, faz parte de estar em movimento. Mas meus erros deixaram de ser juízes, hoje são mais conselheiros. Ainda assim, sigo tentando não repetir os mesmos. Esse conjunto de ideias vem se tornando cada vez mais natural pra mim, mas, como todo ser humano, sou suscetível a distorções no meu crescimento pessoal.

Às vezes é o ego, outras vezes a necessidade, o momento ou simplesmente uma interpretação equivocada no contexto errado. E é aí que mora um perigo: a hipocrisia pode se misturar com falhas humanas, até mesmo com aquelas que fazem parte do aprendizado. O problema é que esse rótulo pesa e, muitas vezes, invalida caminhos que ainda estão em construção só porque não estão “prontos” ou “perfeitos”, principalmente quando são caminhos difíceis dentro da nossa jornada de vida.

Sempre tive minhas convicções e sempre tentei refletir sobre aquilo que eu seguia ou escolhia não seguir. Mesmo com medo de “transgredir o certo” que me ensinaram, eu questionava. Tentava entender se aquilo fazia sentido pra mim, se era sustentável, se era flexível. Por muito tempo, achei que estava escolhendo minhas crenças. Hoje vejo diferente, dentro do meu processo de desenvolvimento pessoal.

“Escolher”, às vezes, é só se agarrar ao que dá quando não conseguimos enxergar outras opções. O medo limita e distorce. Quando algo me sustenta, eu me apego. Quando não serve, abandono e, muitas vezes, passo a rejeitar aquilo. Mas nem sempre o problema está na coisa em si. Às vezes, está na incompatibilidade. Quem não tem mãos pode não conseguir usar uma alça, e isso não torna a alça inútil.

Com o tempo, percebi que muitas pessoas que me mostraram “caminhos” não estavam me enganando, só estavam compartilhando o que sabiam. E isso me fez olhar pra trás com mais cuidado. Quantas coisas eu abandonei injustamente? Quantas eu critiquei, direta ou indiretamente, influenciando outras pessoas? Às vezes, minha experiência negativa dizia mais sobre minhas limitações do que sobre a real utilidade daquilo.

Pensa nisso. Imagine que eu preciso viajar e um amigo me dá um carro, mas eu não sei dirigir. Se alguém pergunta por que não usei o presente, eu posso dizer que não serve, que não funciona, que ele não quis me ajudar. Mas será que é tão simples assim? Talvez ele tenha dado o único carro que tinha. Talvez nunca tenha perguntado se eu dirigia. Talvez eu nunca tenha dito.

Talvez, pra ele, um carro fosse o melhor presente possível, ou talvez ele quisesse ajudar do jeito que sabia. Eu poderia ter conversado, explicado, encontrado uma solução. Mas, naquele momento, parecer ingrato podia ser mais difícil do que resolver o problema. Percebe? Dependendo do ângulo, a mesma situação pode carregar várias verdades, e eu mesmo já enxerguei situações assim de formas completamente diferentes, em fases diferentes da vida.

Hoje, entender que cada pessoa está em um processo me traz mais leveza. Nem sempre eu vou compreender a busca do outro, mas isso não significa que ela não exista. Talvez só revele o quanto minha visão ainda é limitada. Percebo também que muitos dos conflitos que enfrento começam nas minhas próprias interpretações e acabam sendo projetados nos outros.

Se eu não preencho esse espaço com consciência, amor ou compaixão, ele acaba sendo ocupado por cobrança, julgamento ou até ressentimento. Hoje entendo melhor minha responsabilidade pelos meus atos, pelas minhas palavras, pelos meus caminhos e pelos rastros que deixo dentro da minha consciência emocional.

Minha busca, às vezes, incomoda a mim e aos outros. Alguns não entendem, outros não estão buscando nada naquele momento. E tudo bem. Um alpinista vê uma montanha como desafio, um corredor pode ver como obstáculo. Nenhum está errado. Errado é tentar obrigar o outro a seguir o mesmo caminho.

Às vezes, “ajudar” alguém pode ser como dar um cavalo para quem precisa nadar ou um golfinho para quem vive em terra firme. E não faltam pessoas que querem o seu bem, desde que seja do jeito delas. Dessas, hoje eu me afasto, buscando mais equilíbrio emocional.

E algo mudou. A compaixão começou a ocupar o espaço onde antes havia raiva. Sem precisar entender tudo dos outros, eu ganho mais tempo pra entender a mim mesmo. Percebi que buscar estar em paz é mais importante do que estar certo, porque lutar contra quem quer guerra é, muitas vezes, abandonar a própria jornada para alimentar a do outro.

Ganhando ou perdendo, eu já entreguei o que ele queria, e isso, pra mim, deixou de fazer sentido. Hoje entendo que minhas necessidades podem me pressionar, mas é a minha capacidade de aceitar e compreender que constrói quem eu sou dentro do meu processo de evolução pessoal.

Alguns vão chamar isso de fuga, outros de fraqueza, mas pra mim, às vezes, contornar é o que me permite continuar caminhando. Talvez outros sejam fortes o suficiente para ir em linha reta, talvez eu esteja aprendendo a fazer curvas, e tudo bem.

Nesse caminho, me vejo como uma eterna criança. Vejo pessoas deixando de sorrir, de brincar, só para serem aceitas como adultas. Negando ajuda por orgulho, como se precisar fosse um defeito. E eu quero outro caminho.

Quero ser mais paciente, mais consciente e mais leve. Quero ser mais eu e permitir que os outros sejam mais eles. Quero me afastar, com respeito, daquilo que não me faz bem. Quero assumir minhas limitações antes de cobrar as dos outros.

Quero agradecer mais e reconhecer mais. Entender o que eu quero antes que a necessidade me empurre para qualquer direção. Quero aprender a ser antes de ter. E não julgar quem tem só porque eu ainda não tenho.

Quero viver com mais amor, mas sem que o meu amor precise esmagar o de ninguém. Quero viver mais e, aos poucos, ter menos medo de não viver.

E é isso, pessoal. Espero que tenham gostado. Esse texto é só um recorte da minha caminhada, da minha forma de ver as coisas hoje, dentro do meu processo de autoconhecimento.

E, sendo bem honesto, isso tudo ainda vai mudar. Provavelmente vou errar muito mais do que acertar, porque faz parte do nosso crescimento pessoal e da forma como a gente aprende com a vida.

Mas, hoje, cada dia que acordo e ainda posso seguir caminhando já é uma oportunidade. Uma nova chance de fazer diferente, de aprender mais e de continuar evoluindo.

Tento não atrapalhar o caminho de ninguém e gosto de acreditar que a intenção por trás dos meus passos importa. Isso, pra mim, já faz parte de viver com mais consciência e respeito.

Curiosamente, tenho percebido algo interessante. Muitas vezes, quando me desvio para não causar mal, acabo encontrando caminhos melhores. Quase como se evitar ferir também abrisse espaço para algo mais leve, mais alinhado e com mais equilíbrio emocional.

Muito grato pela visita. Fiquem bem 🙂





Olá, pessoas. Beleza? 

Eu acredito que palavras têm poder. Acredito que não dar a devida atenção a esse canal, com a mente e o coração, é, de certa forma, banalizar algo muito valioso. Nem todo mundo percebe isso e, infelizmente, muita gente usa esse poder para ferir, afastar e gerar dor.

Mas palavras também podem acolher, inspirar ou ensinar. Pra mim, elas são quase como uma mágica, um poder invisível que atravessa a mente e o coração. E hoje, depois de tantos anos tratando palavras como “apenas palavras”, tenho buscado ser mais responsável com elas.

O poder das palavras e o “Bando de Palavras” nasce da minha necessidade, ainda meio despreparada, de transformar sentimentos em palavras. Uma espécie de engenharia reversa. Tentar entender aquilo que entrou em mim, às vezes de forma brusca, dolorosa, inesperada, e dar forma consciente a isso.

E, curiosamente, nada melhor do que usar justamente o mesmo meio pelo qual muitas dessas coisas entram, as palavras. Sinto como se, quando ficam guardadas demais, algumas dessas emoções apodrecem dentro de mim ou, sob pressão, se transformam em algo mais pesado, menos controlável, menos direcionado.

Então eu penso, sinto e escrevo, mesmo quando não consigo explicar completamente. Algumas dessas coisas nem foram convidadas, mas chegam mesmo assim e, aos poucos, viram fragmentos de mim. Partes da minha alma reunidas em um conjunto meio caótico, um verdadeiro “bando de palavras”.

Às vezes faz sentido, às vezes não, mas sempre carrega um pouco de quem escreve. Então nada mais justo do que usar um “bando de palavras” pra tentar expressar esse próprio “bando de palavras”.

Espero que gostem 🙂

Um bando de palavras

Um bando de palavras
Um uivo na noite bambeia até a perna mais robusta
Os sons mais sutis são tão altos quando não sabemos de onde vêm
Somos assim, eu tenho medo, e acho que todo mundo também se assusta
O medo engana, desrespeita o conhecimento de quem o tem
Se não temesse o lobo, o uivo teria os mesmos tons?

Pode um simples som gerar medo ou sofrimento?
Associar o desconhecido ao que conheço cria medos como conceitos?
Seria o medo do uivo um paradigma do meu próprio pensamento?
Já não sei se o que sei me define ou me esconde
Se me afasto de mim para caber no que é certo

Se cada um vê e escuta de um jeito, o certo vem de onde?
Nessa confusão, já não sei se sou medroso ou esperto
Coragem para se tornar é mais clara do que para se manter
Assim como refletir dói mais do que esconder
Sempre ouvi que água parada apodrece, que o rio precisa correr

Mas às vezes ela forma lagos lindos, talvez cada um devesse escolher
Se construo verdades com meu conhecimento, talvez esteja aí o erro
E o que dizer das mentiras que desconheço?
Se desconstruo verdades alheias, talvez outro erro
Será mentira tudo aquilo que esqueço?

Saber e lembrar dependem de tanta coisa
Assim como sentir e acreditar
Às vezes me pergunto se prefiro sonhar ou saber
Porque o medo aconselha bem, mas, como capitão, pode machucar
Hoje entendo que sofrer, muitas vezes, é escolha

Assim como esconder ou falar
Nem sempre conhecer define verdade ou mentira
Mas insistir em certas dores faz o sofrimento ficar
O problema, muitas vezes, está na interpretação
Ela dita o tom de tudo

E um conhecimento pequeno ou limitado
pode pintar atitudes nobres como algo absurdo
Hoje encontro abrigo ao expressar o que precisa sair
Nem sempre certo, nem sempre errado
E sabe o que ajuda?

Não escrever pra ensinar ou convencer, só pra não deixar guardado
Palavras são magia, para o bem e para o mal
E assim como quem escreve, quem lê também escolhe o final.


E é isso, pessoal
Espero que tenha sido boa a sua passagem por aqui

Esse é mais um pedaço da minha forma de ver e sentir o mundo
Muito obrigado pela visita e fiquem bem

Reflexão sobre comportamento humano, sociedade e padrões de “bondade”

Olá, pessoas aqui é o Dani, beleza?

Sempre fui do tipo “falso calmo”, alguém que cresceu ouvindo que não podia explodir ou demonstrar emoções fortes. No entanto, quase nunca recebi orientação sobre como lidar com isso de forma saudável. Diziam apenas que eu precisava ser uma boa pessoa, mas com o tempo comecei a perceber como a sociedade tenta moldar esse conceito de bondade.

Sinceramente, muitos desses padrões sociais parecem mais voltados a manter ciclos sociais funcionando do que realmente promover felicidade e bem-estar emocional. No fundo, acredito que pessoas felizes constroem uma sociedade melhor ou, pelo menos, menos nociva.

Quando analisamos mais profundamente o comportamento humano, percebemos como somos constantemente moldados por regras sociais, expectativas e padrões que nem sempre fazem sentido para todos.

Quando paro para observar a sociedade, fica difícil ignorar um ponto importante: frequentemente somos cobrados por atitudes que nem sempre são praticadas por quem cobra. E isso nem sempre é pura hipocrisia. Existem situações mais complexas, como no caso de uma pessoa com dependência alcoólica, por exemplo, que pode alertar sobre os danos do álcool e incentivar outras pessoas a não beberem, mesmo ainda enfrentando suas próprias dificuldades.

Isso mostra como o comportamento humano não é simples e não pode ser reduzido a julgamentos rápidos.

O problema começa quando essa visão individual se transforma em uma regra universal. Quando alguém passa a acreditar que todos devem agir da mesma forma, ou que qualquer pessoa que foge desse padrão está errada.

Na minha visão, generalizar comportamentos humanos quase sempre é um erro. Essas “cartilhas” do que é certo, perfeito ou ideal tendem a simplificar algo extremamente complexo. No fim, isso pode gerar julgamentos injustos e até uma visão distorcida sobre o que é ser uma boa pessoa na sociedade.

Esses padrões sociais sobre bondade, comportamento e moralidade muitas vezes não refletem a realidade individual de cada pessoa. Entender isso é importante para desenvolver mais consciência, empatia e menos julgamento.


   

A equação da consciência: percepção, pensamento e sentimento

Recentemente entendi uma “equação da consciência” que, para mim, tem sido quase salvadora:

  1. percebo (vejo, leio, escuto…)
  2. penso
  3. sinto

Essa ideia fez ainda mais sentido depois de assistir a uma palestra do Sadhguru. Não lembro exatamente as palavras, mas a mensagem era mais ou menos assim: quando alguém me tira do sério com uma provocação ou quando uma preocupação que existe apenas na minha mente me abala, na verdade fui eu quem entregou a chave. Eu permiti aquilo entrar.

Isso me fez refletir profundamente sobre autoconsciência emocional e responsabilidade interna.

Passei muito tempo tentando mudar minha percepção, o jeito de ver, ouvir e interpretar as coisas. Mas isso não funcionava. Esse é o passo 1 da equação.

Depois tentei pular direto para o passo 3, não sentir, reprimir emoções. Também não deu certo. Sempre fui uma pessoa intensa e tentar conter o que eu sentia só me quebrava por dentro.

O problema é que eu nunca parei para pensar sobre como eu penso. E a forma como eu pensava acabava amplificando tudo o que eu sentia.

E nisso tudo, onde ficava o eu?

Para mim, o passo 2, o pensamento, virou a ponte. É ali que consigo agir com mais consciência.

Eu não controlo totalmente o que percebo nem o que sinto, mas posso trabalhar o que penso. E isso muda completamente a forma como vivo minhas emoções.

Esse processo exige prática. Muita prática.

Tenho utilizado ferramentas como Programação Neurolinguística (PNL), questionando padrões mentais e tentando quebrar paradigmas. E sinceramente, às vezes dói. Dói mesmo. Existem momentos em que parece que estou me quebrando por dentro.

Durante esse processo surgem pensamentos pesados como ingrato, irresponsável e egoísta. Mas comecei a perceber que muitos desses rótulos mentais são mais limitadores do que educativos.

Se eles já me machucam, o que eu tenho a perder ao questioná-los?

Também percebi que sociedade, religião e até outras pessoas acabam implantando certos limites internos. Alguns fazem sentido, principalmente quando nossas ações afetam outras pessoas. Esses eu ainda respeito e mantenho. Mas quando não afetam ninguém, comecei a sentir vontade de remover esses limites um por um.

Um exemplo simples do dia a dia é quando estou na fila do caixa, chega minha vez e o atendente é grosso, com cara fechada. Antes meu pensamento era eu não mereço isso, não fiz nada pra ele. Hoje penso diferente: eu realmente sei como foi o dia dessa pessoa?

Isso não justifica a grosseria, mas muda a forma como interpreto a situação. Talvez não seja sobre mim. Talvez aquela pessoa nem esteja realmente me vendo como indivíduo naquele momento. E eu sigo meu caminho sem carregar aquilo comigo.

Antes eu absorvia esse tipo de energia. Hoje entendo que quanto mais alimento um pensamento, mais forte ele fica e mais intenso será o sentimento.

Outra mudança importante foi em relação a discussões. Política, religião e questões sociais são temas que até gosto de conversar, mas não gosto de conflito vazio. Quando percebo que a conversa não gera reflexão nem solução, apenas disputa de ego, eu simplesmente me afasto.

Prefiro ter opiniões flexíveis, que não me aprisionem nem impeçam outras pessoas de terem as delas. Não sou o centro do mundo. Não sou melhor nem pior que ninguém. Mas sou diferente e quanto mais tento negar isso, mais me adoeço.

No fim, muitos rótulos existem justamente para evitar o diferente. Alguns fazem sentido, outros nem tanto.

E aí surge uma reflexão difícil: quantas vezes, achando que estou sendo oprimido, acabo me tornando opressor?

Seja através de chantagem emocional, seja pelo vitimismo.

Por isso comecei a me perguntar o que me faz seguir e o que estou disposto a ser ou não ser para viver o que quero.

Pensar sobre isso tem me deixado mais calmo, mais consciente e menos rígido comigo mesmo e com os outros.

Hoje entendo que talvez eu não consiga controlar tudo o que percebo nem tudo o que sinto. Mas o que eu penso, isso eu posso trabalhar.

E esse tem sido um processo intenso, mas ao mesmo tempo maravilhoso.


A vida passa rápido, a mente é complexa e a busca por leveza

A vida passa muito rápido e eu ainda quero viver uns 200 anos 😅. No meio disso tudo, julgar, cobrar, parecer algo e ser aceito exige uma energia e um tempo que, sinceramente, nem sei se tenho mais.

Ficar identificando cada paradigma que me afeta, muitas vezes só para evitar julgamentos externos, é cansativo. Hoje, prefiro ser do que parecer.

Das pessoas ao meu redor, quase sempre consigo me afastar ou simplesmente ignorar. Mas a minha mente… ah, essa é mais complicada. Quando ela resolve atacar, ela sabe exatamente onde dói.

Por isso, hoje tento fazer uma espécie de “política de boa vizinhança” com ela, mais do que com os outros inclusive. E mudar essa prioridade tem sido libertador dentro do meu processo de autoconhecimento e equilíbrio emocional.

Também acho importante reforçar que isso aqui é só a minha forma de ver as coisas, uma opinião. Não estou dizendo que tudo o que incomoda deve ser eliminado, nem que limitações são sempre ruins. Ninguém consegue ser 100% autêntico em todos os lugares o tempo todo, nem viver apenas fazendo o que quer.

Existem limites, e cada pessoa vai encontrar os seus dentro da própria jornada.

Esse texto é só um recorte de como eu tenho lidado com isso. Aos poucos, vou percebendo que como e quanto eu penso sobre as coisas define como e quanto eu sinto. E é aí que está a minha busca.

Quero mais serenidade, mais paz e mais felicidade. E percebo que, quando estou mais alinhado com isso, penso com mais clareza e consigo inclusive respeitar melhor o caminho dos outros, sem interferir tanto.

Hoje consigo enxergar com mais facilidade quando a minha busca invade o espaço de alguém ou atrapalha a jornada de outra pessoa. E, curiosamente, isso tem me tornado um ser humano mais leve e mais feliz 🙂

E é isso, pessoal. Espero que esse texto tenha feito sentido pra você de alguma forma. Obrigado pela visita e se cuida.

Imagens via : Pixabay.

Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial

AUTORA DO BLOG

AUTORA DO BLOG
Oi, sou a Mari: acredito que ser livre e leve começa de dentro, gosto de refletir sobre a vida, me reconectar com a natureza e respeitar meus próprios ciclos, meus escritos são parte de como me expresso e me encontro, criar me lembra que estou sempre em transformação.

CONHEÇA NOSSOS CANAIS

Categories

  • Autoconhecimento
  • BEDA
  • Costura criativa
  • Hábitos que facilitam
  • Receitas Saudáveis
  • Séries
  • Vida leve e bem-estar
  • Yoga
  • bando de palavras
  • por Dani
  • por Mari

Postagens mais visitadas

  • Como parar de se comparar e recuperar sua autoestima e essência
  • Chesapeake Shores: uma série inspiradora sobre mudanças, escolhas e recomeços
  • Equação salvadora, como mudei minha forma de pensar e reagir diante das situações do dia a dia.
  • Escravos de uma mente pequena: reflexões sobre racismo, preconceito e respeito
  • Está tudo bem não estar bem: como lidar com dias difíceis com leveza e autoconhecimento

ESCRITOR CONVIDADO

ESCRITOR CONVIDADO
Olá pessoas aqui é o Dani, beleza? Amo conversa e boa música e se tiver um café então ... Vou expor algumas idéias e experiências aqui e espero que curtam, espero que minhas palavras possam trazer um pouquinho de luz e amor para quem emprestar um pouquinho de seu valioso tempo :).
Tasty Treats
Travel Journal

Advertisement

Esvaziar-se para preencher-se

Como manter a calma em meio ao estresse semanal.

Os mais queridos do momento💝

  • Chesapeake Shores: uma série inspiradora sobre mudanças, escolhas e recomeços
    Há algum tempo eu queria falar sobre essa série aqui no blog, porque atualmente ela está no meu Top 5 séries preferidas da Netflix . Esto...
  • Equação salvadora, como mudei minha forma de pensar e reagir diante das situações do dia a dia.
    Reflexão sobre comportamento humano, sociedade e padrões de “bondade” Olá, pessoas aqui é o Dani, beleza? Sempre fui do tipo “falso calmo”...
  • Série: Quando Chama o Coração (When Calls the Heart)
      Se você, assim como eu, ama séries de época românticas e histórias envolventes, precisa conhecer When Calls the Heart . A...

Minha escolha, minha busca: como encontrar paz em meio às discussões nas redes sociais

Minha escolha, minha busca: como encontrar paz em meio às discussões nas redes sociais

Yoga para Iniciantes: Como Começar em Casa e Sentir os Benefícios no Corpo e na Mente

Yoga para Iniciantes: Como Começar em Casa e Sentir os Benefícios no Corpo e na Mente

6 on 6: A Pessoa que Sou | Reflexões sobre Autoconhecimento, Rotina e Essência

6 on 6: A Pessoa que Sou | Reflexões sobre Autoconhecimento, Rotina e Essência

Copyright © Kinsley Theme. Designed by OddThemes